Após mais de um mês sem atualizar esta humilde página, chego cheio de novidades. Em junho passado tomei uma das mais importantes decisões dos últimos tempos, quando deixei a redação da Dinheiro Rural, a vida de editor e, por enquanto, a vida de repórter! O bom do trabalho em comunicação é justamente esse: permite uma série de possibilidades, experiências e confrontos. Sim, confrontos. Isso porque sempre pautei minha vida profissional em buscar as grandes histórias, em ir onde ninguém foi e mostrar um pouco deste Brasil tão deconhecido de nós mesmos. Um tempo glorioso, viajando entre estradas de chão e conhecendo gente que faz da terra surgir uma riqueza tão imensa que muitas vezes me perguntei qual era, enfim, o verdadeiro Brasil.
Nesse ponto, este Blog chega a um ponto delicado, visto que aos 34 anos não tenho idade tampouco intenção de fazer deste espaço um livro de memórias…rs. Ao mesmo tempo, ao menos por enquanto, não estarei tão próximo da reportagem afora um ou outro trabalho “frila”, o que sempre é algo prazero. Uma das opções é fazer destas linhas um espaço voltado para um projeto pessoal, com grandes reportagens que sempre quis escrever, mas que em virtude da correria das redações, não são mais cabíveis nas páginas de jornais ou revistas.
Pela frente, o desafio profissional é fazer acontecer no mundo corporativo, visto que a oportunidade que se abre é bastante entusiasmente em diversos aspectos. Mas, escrever e contar a história enquanto a história acontece, sempre esteve entre as minhas paixões. Ainda tenho algumas histórias inéditas para contar por aqui, coisas do dia-a-dia da redação que são dignos de nota! Só tenho a agradecer pela companhia de vocês e espero trazer mais entretinimento nas próximas semanas!
A todos um abraço!!!!
Por Eduardo Savanachi*
Não sei se algum de vocês, queridos leitores, já teve ou terá a mesma sensação que hoje estou sentindo. No último mês, boa parte da minha vida tem sido dedicada a “reconquistar” a confiança e o amor dessa bela moça na foto ao lado que será, em breve (e oficialmente), a “Sra Ibiapaba” rs! Sim, a Jaque é sem dúvida a pessoa com quem quero (e vou) passar minha vida e, pelo o que eu ouvi dizer das mulheres da família dela, será muuuuuuuito tempo! Que bom! Mas por que a sensação boa? Acho que a sensação da perda é extremamente transformadora e nos faz enxergar coisas que em momentos normais não veríamos com a mesma clareza. E melhor ainda, nos prepara para identificar esses momentos especiais no mais simples cotidiano. E quando temos uma segunda chance… É agarrar com unhas e dentes! E essa é a lição que tirei dessa história. Como tem sido bom dar valor aos pequenos momentos, àquelas pequenas formas de demonstrar carinho e, acima de tudo, saber identificar quando recebemos esse carinho e amor.
Reza a lenda que todos nós temos alguns minutos de burrice na vida. Eu já tive os meus. Mas acho que nenhuma das minhas bobagens se compara ao dia em que deixei escapar essa bela moça da foto aí do lado. Sempre me orgulhei das frases complexas que escrevia, cheias de efeitos e significados. Mas, ao mesmo tempo, não observava os sinais que a vida me passava. E olha que a vida é muito legal comigo! Não, não tô falando da “Vida”, minha cachorrinha que se amarra num frango de borracha. Ela também gente boa, quer dizer, uma cachorra gente boa, enfim, vocês entenderam! Falo da vida mesmo, essa aí que nos é dada de graça e muitas vezes fazemos pouco caso dela.