Não, não estou falando de Sula Miranda, a rainha dos caminhoneiros, mas sim de “Sula” a pobre cachorra que bateu as botas e foi parar num crematório no Rio de Janeiro. Ãh? Pois é… Essa foi a história mais maluca que ouvi de um taxista até hoje. Pela manhã fiz um bate-volta ao Rio de Janeiro, saí de Congonhas (SP) às 8h e quando eram 14h já estava pousando de volta na capital paulista. No trajeto reunião-aeroporto (Santos Dumont) peguei um táxi que estacionava num posto de combustível. Do carro, aqueles amarelinhos típicos da cidade carioca, desceu uma gringa, típica gringa: “amarela” e falando enrolado. Parece que deixou o troco para o taxista. Entrei no carro e antes de falar boa tarde, ele estava me contando sobre a pobre Sula!
- Aí ela me ligou, eram 2h da manhã dizendo “A SULA MORRRRRÉÉÉU”… Era a cachorra, dela… Ficou tão triste – disse resignado.
Como quem não quer nada e sem discutir, claro, devolvi:
- Puxa que coisa! – A “conversa” seguiu.
Bem, num caminho de pouco mais de dez minutos soube que a Sula era uma “capa preta” muito bonita e que a sua dona, uma cliente muito antiga. No fim, o tal taxista levou a pobre cachorrinha para o crematório, um cortejo fúnebre com toda pompa e circustância.
Na mesma corrida ainda deu tempo de saber de um outro taxista que quis dar um golpe numa cliente. Saiu correndo assim que ela desceu do carro, deixando uma caixa de televisão de tela de plasma. Após o golpe, todo feliz, o motorista-gatuno abriu o pacote, em vez da televisão lá estava o corpo de um cachorro 42 polegas.
- Bem feito, taxista tem que ser honesto! – disse o motorista, enconstando o carro em frente ao aeroporto. Desejei bom dia, paguei a tarifa e fui embora. Engraçado notar que a volta custou quase R$ 10 a menos. Seja como for, valeu pela conversa, mesmo que eu não tenha entendido o que é que a Sula tem a ver com a história, ou com a corrida. Coisas do Brasil!
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Xiiii, saiu de lua de mel e abandonou o blog é? e os leitores tb né… rsrs
Cansou?
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